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Diagnóstico e tratamento da infecção e malformação urinária em crianças

postado em 9 de out de 2011 14:50 por Assessoria de Comunicação   [ 17 de mai de 2017 05:33 atualizado‎(s)‎ ]

  
Quais são os sintomas que podem indicar que a criança tem uma infecção urinária e quais são os testes mais confiáveis para saber ao certo?

Muitas crianças que sofrem de infecções do trato urinário. Nos meninos são mais freqüentes durante o primeiro ano de vida, pode indicar um defeito no rim ou do trato urinário. Mas não é fácil descobrir de uma vez, que se manifesta por sintomas que são característicos de outras doenças. Para evitar que a infecção passe despercebida, com o risco de danos para os rins, o que é necessário diagnosticá-la no tempo e de forma totalmente segura. 

SINTOMAS

Alguns sintomas levam a suspeitar de que nosso filho tem uma infecção urinária, mas falta o diagnóstico. Estes são:

Perda de apetite.
Sentindo-se cansado e irritado, muito mais acentuada do que o habitual.
Detenção de curvas de crescimento e peso.
Febre, que muitas vezes chega a ser muito elevado.
Vômitos e diarréia, que algumas vezes acompanham os outros sintomas.
Se estes sintomas (não necessariamente todos, embora a febre está sempre presente), o médico irá analisar atentamente a situação, explorando as pequenas e conversando com os pais, para não ser enganado por sintomas como vômitos e diarréia, que pode sugerir em uma infecção gastrointestinal. Geralmente, uma avaliação minuciosa para excluir infecções de origem diferente, com uma boa margem de segurança. Mas a única prova conclusiva é obtido através de uma cultura de urina (para detectar a presença de germes). Se feito corretamente fornece uma resposta definitiva.

PREVENÇÃO

Se o refluxo é determinado pelo mau funcionamento das válvulas, o pediatra, muitas vezes consideradas suficientes para prevenir a infecção por tratamento adequado.

Manter o bebê em observação e tratamento de forma adequada, em muitos casos, é conseguido que a situação regresse ao normal.
Se houver uma malformação com obstrução em uma seção do trato urinário deve ser feita uma análise mais extensa.
É importante notar que quando uma criança tem mais de 3 infecções por um ano ou várias vezes, descarta a possibilidade de malformação do trato urinário.
Nos casos em que há malformações da obstrução do trato urinário, ele pode precisar de cirurgia. Esta intervenção tem por objectivo evitar que pode causar danos nos rins devido a repetidas infecções do trato urinário sofrido pela criança.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Como posso ter certeza de uma cultura de urina?

Para que o resultado é preciso é necessário obter a amostra de urina corretamente. Como?
Segundo muitos especialistas, se for pego pelo uso de sacos estéreis feitos para estes casos (pode ser comprado na farmácia), a amostra não é tão confiável: há um risco de contaminação por germes na pele dos órgãos genitais e, portanto, o resultado é falso.
O método mais confiável é a obtenção de urina através de um cateter. Este método é realizado por punção da bexiga acima do púbis, mas é irritante.

Se a mãe usa o saco estéril, mais amplamente usado sistema para algo simples, é necessário seguir algumas regras específicas de higiene (ver caixa).

Quando você precisar de um ultra-som?

Quando a cultura de urina revela a existência de uma infecção, tratá-la bem, você vai passar a outro exame, um ultra-som. Isso serve para determinar se a criança tem malformações dos urinária ou renal impedindo o fluxo de urina e produziu um impasse que favorece a proliferação de germes e, por conseguinte, a infecção. Ultra-som pode descobrir se existe uma dilatação do trato urinário, ou seja:

Na pelve, o funil que conduz do rim para o ureter.
No cálices, as formações adjacentes ao rim para levar a urina para a pélvis.
O ureter, o canal que liga o rim à bexiga.

Quando outros exames são necessários?

A ultra-sonografia revelou apenas a presença de defeitos macroscópicos do aparelho urinário.

Mas também pode ser uma obstrução parcial ou total entre as diferentes parcelas que compõem o trato urinário. Por exemplo, na junção entre a pelve e ureter, ou entre o ureter e bexiga. Também pode ocorrer na parte mais interna da uretra (uma condição que afeta apenas os filhos). 

Fonte: Saúde Dicas

Prevenção é o melhor remédio para o tratamento do câncer de mama

postado em 9 de out de 2011 14:10 por Assessoria de Comunicação   [ 17 de mai de 2017 05:34 atualizado‎(s)‎ ]

  
Pelo menos uma em cada dez mulheres terá câncer de mama este ano, segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional do Câncer, com sede no Rio de Janeiro). Esse risco de desenvolvimento pode aumentar com a apresentação de outros fatores que interagem entre si para deflagrar a doença como história familiar de câncer de mama (mãe, irmãs, filha ou avó com a doença), ausência de gravidez, pacientes que foram submetidas à biópsia mamária por lesões pré malignas ou as que já tiveram o diagnóstico em uma das mamas.

Apesar desses fatores, não há como prever o desenvolvimento ou não do câncer de mama em alguém. Nesse contexto em que a doença não pode ser evitada, mas sim prevenida e curada, se diagnosticada em fase precoce, é de extrema importância o conhecimento e a utilização das ferramentas de prevenção, como os exames que podem auxiliar na detecção da doença. Toda mulher deve consultar o ginecologista pelo menos uma vez por ano para a realização dos exames de papanicolau e o de palpação das mamas, mesmo que ela faça o auto exame dos seios mensalmente em casa.

O Ministério da Saúde está lançando uma campanha de conscientização ao público feminino em não só entender a importância do exame de toque como para priorizar o exame clínico e a mamografia como as melhores formas de prevenir o câncer nesse órgão.

Sem dúvida, a mamografia ainda é o melhor método para se diagnosticar o câncer de mama em uma fase inicial, (antes que ele se dissemine para outros órgãos). Nesse estágio, em que o tumor habitualmente se encontra com menos de um centímetro, as chances de cura são de 90%. Todos os órgãos de saúde do mundo alertam o público feminino para a realização periódica da mamografia a partir dos 35 anos de idade. Caso o primeiro exame não apresente qualquer alteração, a orientação médica é de realizar uma mamografia por ano ou a cada dois anos. Não é necessário se preocupar com a dose de radiação recebida durante o exame porque ela é desprezível se não for feito freqüentemente e, além disso, os tumores nas pacientes mais jovens costumam ser muito agressivos, portanto, o diagnóstico precoce é, na maioria das vezes, a diferença entre viver ou morrer da doença.

O que é a mamografia?

A grosso modo, a mamografia, também chamada de senografia e mastografia, nada mais é do que uma radiografia simples das mamas. Para a realização do exame é usado um equipamento de raios-X especialmente projetado para essa finalidade, chamado mamógrafo.

A paciente deve tirar a roupa da cintura para cima e se posicionar no aparelho para a realização de duas ou mais radiografias de cada mama, procedimento que leva mais ou menos 15 minutos.

Os seios devem ser comprimidos para que fiquem com uma espessura mais uniforme. Apesar de causar algum desconforto, essa compressão é importante, pois proporciona resultados mais claros e detalhados. Nos programas de rastreamento, o exame é proposto apenas para mulheres acima dos 50 anos de idade, já que é bastante efetivo para tal faixa etária. Os equipamentos existentes hoje especialmente projetados para este fim podem descobrir lesões milimétricas de muito baixo contraste, até dois anos antes que possam ser detectadas por meio da palpação.

A divulgação da necessidade de se fazer mamografia nos últimos anos é uma realização médica significativa, e considerada uma das que mais previram e detectaram precocemente o tumor de mama, só perdendo para o auto-exame mensal feito pela própria mulher, em casa.

Os relatórios da Sociedade Americana do Câncer mostraram que o diagnóstico por meio da mamografia pode reduzir a taxa de mortalidade em 31%, índice que pode ser considerado fantástico no contexto de uma doença fatal e com alta incidência como o câncer de mama.

Fonte: Bem de Saúde

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